Blogroll
Categories
Block
Tecnologia do Blogger.
Quem sou eu
Divulgue-nos!

Nos leve com você! (Eu, Literata.)
categorias
O culpado
"Hi Sheldon! Hi. Hi. Hi." Bem, me chamo Matheus Carneiro, 18 anos, graduando em Psicologia. Sou da Bahia e atualmente continuo vivendo na Bahia. Acredito que cada um possui uma maneira diferente de observar os detalhes. Eu não tenho tanto interesse em grandes mercadorias e nem nos seus preços. Comecei a escrever em 2012 com meu blog pessoal Quatro Fragmentos - vocês podem encontrar meus textos lá - E hoje, resolvi começar esse blog com alguns amigos até que meu livro esteja pronto algum dia desses. Vou contar um segredo: prefiro as quantidades. Qualidades? Vou resumir e falar menos. Frio, boa música, chá e livros. Até mais! Ah não? Então vou tentar fazer as coisas menos idiotas e com mais gorduras.
11 de fev. de 2013
16:24:00
Tweetar
Ei Literatas! Então, no decorrer desses dias tenho percebido um maior gosto de vocês, leitores, por romances. Tenho recebido emails de pessoas pedindo dicas de livros e onde comprá-los. Resolvi passar a minha tarde pesquisando alguns, e lendo um pouco a sinopse e fragmentos do livro, acabei me interessando em deixar como dica de compra para o próximo mês, e acredito qeu alguns de vocês não vão resistir para comprar ainda nesse mês. Enfim, espero que façam uma boa apreciação!
SIGA o @EuLiterata agora e mantenha-se mais atualizado!
Formato: Livro
Autor: Fay, Juliette
Editora: Novo Conceito
Idioma: Português
Categoria: Literatura Estrangeira / Romance
Quatro meses após a morte do marido, Janie La Marche continua tomada pela dor e pela raiva. Seu luto é interrompido, no entanto, pela chegada inesperada de um construtor com um contrato em mãos para a obra de uma varanda em sua casa. Surpresa, Janie descobre que a varanda era para ser um presente de seu marido — tornando-se, agora, seu último agrado para ela.
Conforme Janie permite, relutantemente, que a construção comece, ela se apega aos assuntos paralelos à sua tristeza: cuidando de seus dois filhos de forma violentamente protetora, ignorando amigos e família e se afundando em um sentimento de ira do qual não consegue se livrar. Mesmo assim, o isolamento autoimposto de Janie é quebrado por um grupo de intervenções inconvenientes: sua tia faladeira e possessiva, sua vizinha mandona, seu primo fofinho e até Tug, o empreiteiro.
Formato: Livro
Autor: Baggott, Julianna
Editora: Intrinseca
Idioma: Português
Categoria: Literatura Estrangeira / Romance
Pressia pouco se lembra das Explosões ou de sua vida no Antes. Deitada no armário de dormir, nos fundos de uma antiga barbearia em ruínas onde se esconde com o avô, ela pensa em tudo o que foi perdido — como um mundo com parques incríveis, cinemas, festas de aniversário, pais e mães foi reduzido a somente cinzas e poeira, cicatrizes, queimaduras, corpos mutilados e fundidos. Agora, em uma época em que todos os jovens são obrigados a se entregar às milícias para, com sorte, serem treinados ou, se tiverem azar, abatidos, Pressia não pode mais fingir que ainda é uma criança. Sua única saída é fugir.
Houve, porém, quem escapasse ileso do Apocalipse. Esses são os Puros, mantidos a salvo das cinzas pelo Domo, que protege seus corpos saudáveis e superiores. Partridge é um desses privilegiados, mas não se sente assim. Filho de um dos homens mais influentes do Domo, ele, assim como Pressia, pensa nas perdas. Talvez porque sua própria família se desfez: o pai é emocionalmente distante, o irmão cometeu o suicídio e a mãe não conseguiu chegar ao abrigo do Domo. Ou talvez seja a claustrofobia, a sensação de que o Domo se transformou em uma prisão de regras extremamente rígidas. Quando uma frase dita sem querer dá a entender que sua mãe pode estar viva, ele arrisca tudo e sai à sua procura.
Dois universos opostos se chocam quando Pressia e Partridge se encontram. Porém, eles logo percebem que para alcançarem o que desejam — e continuar vivos — precisarão unir suas forças.
***
Os Olhos Amarelos Dos Crocodilos - Katherine Pancol
Formato: Livro
Autor: Pancol, Katherine
Tradutor: Aguiar, Eliana
Idioma: Português
Editora: Suma de Letras Brasil
Categoria: Literatura Estrangeira / Romance
Paris. Duas irmãs. Iris é uma mulher muito bonita, rica, elegante e sofisticada, mas vive desencantada com a vida e com o seu casamento. Joséphine é uma mulher entrada nos quarenta anos que luta contra uma série de dificuldades, como o divórcio, problemas financeiros, brigas com a filha adolescente, uma mãe tirana e baixa autoestima. Historiadora, muito menos bonita do que a irmã e com uma vida bem mais difícil.
Certo dia, num jantar, Iris faz-se passar por escritora. Presa na sua mentira, convence a irmã a escrever o livro que ela própria assinará. Abandonada pelo marido, cheia de dívidas, Joséphine submete-se, como sempre, aos caprichos da irmã. Mas esta é uma decisão que vai mudar o destino destas duas mulheres. Aos poucos, Joséphine vai superando obstáculos e descobre quem verdadeiramente é. A escritora francesa Katherine Pancol traça com maestria um retrato real e vivo de mulheres que tentam triunfar na carreira profissional, na vida familiar e alcançar o reconhecimento social. Mas que, por baixo desta aparente vida de sucesso, escondem uma profunda infelicidade, falta de confiança e frustração.
Onde posso comprar? Veja no site da Livraria Cultura.
***
Formato: Livro
Autor: Mcewan, Ian
Idioma: Português
Editora: Companhia das Letras
Categoria: Literatura Estrangeira / Romance
Desde o sucesso do romance Reparação, a expectativa gerada por um lançamento de Ian McEwan tem sido imensa. "Serena" pode ser o livro que mais corresponde a essa expectativa, não só por se tratar mais uma vez de uma personagem feminina que revê um momento histórico relevante (aqui, o começo da década de 70), mas, sobretudo, por permitir que o leitor reviva a discussão sobre os limites da literatura como reelaboração da realidade.
Ao ser contratada pelo MI5, o Serviço Secreto Britânico, a protagonista Serena se vê como participante de uma mentira cujo objetivo é fomentar a criação de uma ficção. Isso porque ela é incumbida de estabelecer contato com um escritor a quem não pode contar que é uma espiã, nem que o dinheiro que ele passará a receber virá do Estado. Mas o contexto de toda essa armação é uma guerra muito real, num período bastante violento da história da Inglaterra, especialmente por causa da atividade do IRA. E, para Serena, o caso envolve ainda sua vida pessoal, tanto no que se refere a seu antigo amante, que a introduziu no MI5, quanto no que se refere ao escritor que é vítima do ardil, por quem acaba se apaixonando. Ela é, portanto, agente e vítima, personagem e criadora, num romance em que todos esses papéis são questionados com fervor.
Ora, ao conhecermos a ficção de Tom Healy, o escritor que não sabe que está na folha de pagamento da Inteligência Britânica, já notamos essa curiosa relação entre o real e o fictício, mediada pelo criador. Mas será apenas quando concluirmos a leitura de Serena que teremos a verdadeira dimensão do grau que atingiu essa fusão, tanto na história que estamos lendo quanto na nossa relação com o livro e seus personagens. A literatura experimental, questionadora, pode adotar várias máscaras. Em seu novo romance, Ian McEwan a veste nos trajes mais discretos e, talvez por isso mesmo, mais eficientes.
***
A Visita Cruel do Tempo - Jennifer Egan
Formato: Livro
Autor: Egan, Jennifer
Idioma: Português
Editora: Intrinseca
Categoria: Literatura Estrangeira / Romance
Bennie Salazar é um executivo da indústria fonográfica. Sasha é sua assistente cleptomaníaca. E é a partir da história desses dois personagens que Jennifer Egan retrata, em uma narrativa caleidoscópica, a passagem do tempo e a transformação das relações. Da São Francisco dos anos 1970 até a Nova York de um futuro próximo, a autora cria um romance de estilo ímpar sobre continuidade e rupturas, memória e expectativas. Surpreendente, A visita cruel do tempo combina diferentes pontos de vista sobre histórias que se entrelaçam de maneiras inesperadas. Ao longo dos sabores e dissabores da vida dos personagens, Egan traça um interessante e envolvente panorama sobre crescimento, perda e ambição e sobre o que acontece entre o que esperamos de nossa vida e o que se torna realidade.

10 de fev. de 2013
11:26:00
Tweetar
Antes eu costumava viver o meu “domingão de filmes” e com o passar do tempo, fui perdendo o gosto. Eram vários filmes o dia inteiro comendo besteiras, sozinho no quarto. Algum tempo atrás, uma amiga minha acabou me dando um seriado bem bacana, um drama baseado na história de Henrique VIII da Inglaterra. Alguém gosta das antigas?
The Tudors. A primeira temporada cobre os acontecimentos entre 1518 e 1530 do reinado de Henrique VIII de Inglaterra, interpretado pelo ator Jonathan Rhys Meyers, num total de dez episódios, cada um representando um ano. Esta temporada demonstra como o rei é testado na sua eficácia em reagir aos conflitos internacionais, bem como nas intrigas políticas da sua própria Corte. A pressão para o Rei ter um herdeiro varão leva à ascensão de Ana Bolena a rainha.
Gosto dessa temática para seriados. É, costumo pensar mais na antigas. Acabei no vício, de novo! Culpa desses amigos. O seriado se resume em quatro temporadas, nas quais, são apaixonantes! A segunda temporada cobre os acontecimentos entre 1531 e 1536, durante o reinado de Henrique VIII, num total de dez episódios. Henrique corta relações com a Santa Sé, instituindo a Igreja de Inglaterra, da qual ele é seu Chefe. O cisma com a Igreja Católica e a fundação da nova Igreja de Inglaterra, abre caminho para o banimento de Catarina de Aragão. Ana Bolena casa-se com o rei, tornando-se assim rainha, mas a sua inacapacidade de dar um herdeiro varão a Henrique, leva-a à morte.
Fiquei impressionado com a posição do Rei em questão da Igreja nessa segunda temporada. Enquanto a Igreja tinha o poder absoluto, o Rei queria impor o seu poder sobre ela, afim de criar os seus princípios e governar do seu jeito, com autoridade acima da Igreja. É bom observar também a reação da população quanto a isso. Vale lembrar as torturas e as mortes para aqueles que negaram a autoridade do Rei.
A terceira temporada cobre os acontecimentos entre 1536 e 1540, durante o reinado de Henrique VIII, num total de oito episódios. Ela incide sobre os casamentos de Henrique VIII com Jane Seymour, e posteriormente, com Ana de Cleves e o período da Peregrinação da Graça, onde o rei se mostra com particular crueldade. A temporada acaba com o casamento do rei com Catarina Howard. A quarta temporada cobre os acontecimentos entre 1540 e os últimos dias do reinado de Henrique VIII, num total de dez episódios. A temporada quatro incide sobre os relacionamentos tumultuosos de Henrique VIII com as suas últimas duas esposas, Catarina Howard e Catarina Parr, e o seu final, que culmina num estado de loucura.
Achou interessante para o friado de carnaval? Ou até mesmo para um bom domingo? Você pode adquirir o Box completo com as quatro temporadas aqui, na Saraiva.
(fontes: Wikipédia)

00:48:00
Tweetar
Ei Literatas! Depois do café de hoje acho que meu sono realmente vai demorar pra chegar, então, que tal boas músicas para acompanhar a insônia?
| "No escurinho do quarto, clubinho da insônia 2013." |
O acham de um curta pra acompanhar a solidão?
Um chá, um frio e um olhar. "Era uma noite comum de inverno e eu nunca imaginei estar na posição em que me encontro agora. Digamos que eu esperei todo esse tempo e de alguma forma não me sinto aliviada. O vento fazia tremer a janela grande do meu quarto. As cortinas não ficam quietas e eu finalmente conseguia entender todo aquele silêncio. Ventos mudos. Meu quarto pequeno e de cama bagunçada com lençóis brancos completavam o cenário daquele drama. O calor não combinava comigo naquela noite. E nem o teu silêncio.
Eu tinha esse poder de prever o futuro e sei lá, tentava misturar o meu passado nele. Tento não me recordar daqueles olhares azuis perdidos, que quase sem querer, e querendo, me erguia novamente depois de um dia cansativo. Era esse tipo de facilidade que eu começava a prever. E sem mais, eu misturava todo aquele frio. Meu chá que já não estava tão bom assim começava a perder a sua função. E eu? Bem, eu tentava me consertar em dias mudos.
Madrugada, sem som e nem leitura. Nada além de teus olhares invadindo um espaço pequeno num tempo longo. Eu me perguntava como poderia ter feito tanta falta a alguém. Vamos supor que aquelas músicas te traziam pra perto e com aquilo me acostumei. Percebo que meu caderno é curto pra tanta escrita. Culpo todo aquele frio e sua intensidade."
(Matheus Carneiro, 19 de Janeiro de 2013)
Enfim, como o tempo realmente é curto para um post surpresa, selecionei 15 músicas para a madrugada de hoje. Vamos relaxar então? Tentei ajustar os gostos e definir as mais variadas mentes de hoje. Sinto que a insônia me levou para o Folk com um pouco de Jazz esta noite. Confiram:
1. Candles - Daughter
2. Old Pine - Ben Howard
3. Shiver - Coldplay
4. Gravity - John Mayer
5. Middle Of The Bed - Lucy Rose
6. These Are The Words - James Blunt
7. Saudade - Marcelo Camelo
8. Blind - Lifehouse
9. Três Dias - Marcelo Camelo
10. Hold On - John Lennon
11. Is This All We Are - Dave McPherson
12. Todas as Noites - Capital Inicial
13. Long Nights - Eddie Vedder
14. Just Squeeze Me - Miles Davis
15. Hope For The Hopeless - A Fine Frenzy
Espero que apreciem bastante com todo esse silêncio de hoje. Só mais uma pra finalizar? Sinceramente, eu amo essa música e já me serviu de inspiração para vários textos. Don't panic!

9 de fev. de 2013
22:04:00
Tweetar

Ei! Na noite de hoje voltei com as minhas utopias. Talvez não sejam tão boas quanto queria que fossem. Escrevi esse post numa playlist boa de se ouvir! Hoje foi com Marcelo Camelo (CD Sou), Coldplay (CD Parachutes) e Miles Davis (CD Miles: The New Miles Davis Quintet). Enfim, segurem os balões!
SIGA o @EuLiterata agora e mantenha-se mais atualizado!
***
"Tudo era muito normal num dia de sábado ensolarado aqui na minha rua. Eu acabara de tomar um café quente com biscoitos feitos pela minha avó dançando pela cozinha ao som alto do meu iPod. Eu via minha mãe reclamando do meu comportamento inadequado para ela. Me acostumei, era rotina e todo aquele calor só me pedia pra continuar. Não minto quando digo que sinto falta do frio e dos chás que minha mãe me trazia no sofá quando era madrugada e eu continuava assistindo meus filmes idiotas.
Ao abrir o portão, sentia aquele ar fresco e podia contemplar o barulho das caminhadas matinais, enquanto dava início a minha. Não estava acostumada, mas eu matinha o pique na calçada velha e debaixo de todas aquelas sombras. Era um tempo novo depois da morte do meu pai. Eu continuava lidando com a ausência e a tal saudade. Me cortava os lábios em pensar que tudo poderia, de alguma forma, ter sido diferente.
Eu parei. Estava me apoiando numa árvore de tamanho médio. Era velha, e recuperando o fôlego, diminuía o volume da música. Eu realmente gostei desse último CD do Maroon 5. Estava ensopada e fedida de tanto suor. E sinceramente? Tudo aquilo me causava paz, começava a fazer sentido. Não era por causa da ausência, mas pelo o quê ela me mostrou. Tudo é mais simples quando vislumbradas as possibilidades.
Percebi que dois irmãos dividiam o mesmo sorvete do outro lado da rua. Um balão sobrevoava a casa deles. Era colorido e me parecia não muito perdido, como se soubesse onde estivesse indo. Dizem por aí que quando se tem controle dos pés, tem controle do caminho. Eu precisava voltar. Na verdade, sentia vontades. Tomaria um banho e procuraria doações de abraços. Afinal, quando se está perdida, é desejável que alguém segure o teu mundo por alguns segundos."
(Matheus Carneiro, 09 de Fevereiro de 2013)

11:20:00
Tweetar
Hoje acordei um pouco pensativo sobre qual assunto tratar com vocês. Depois de passar o dia inteiro ontem resolvendo as coisas do blog, resolvi falar um pouco sobre trilogias. Enfim, achei bastante interessante a ideia do anel! Não vou mentir pra vocês que raramente assisto filmes nessa temática, e também nunca tive coragem para ler os livros, por isso, nunca obtive o conhecimento real da trilogia. Passarei algum tempo falando sobre algumas que tenho interesse em ter mais conhecimento, e para aqueles que já conhecem, prometo abordar outros assuntos também! Vejamos então todo esse mistério.
SIGA o @EuLiterata agora e mantenha-se mais atualizado!
História: O Senhor dos Anéis (título original em inglês: The Lord of the Rings) é um romance de fantasia criado pelo escritor, professor e filólogo britânico J. R. R. Tolkien. A história começa como sequência de um livro anterior de Tolkien, O Hobbit (The Hobbit), e logo se desenvolve numa história muito maior. Foi escrito entre 1937 e 1949, com muitas partes criadas durante a Segunda Guerra Mundial. Embora Tolkien tenha planejado realizá-lo em volume único, foi originalmente publicado em três volumes ("The Fellowship of the Ring", "The Two Towers" e "The Return of the King") entre 1954 e 1955, e foi assim, em três volumes, que se tornou popular. Desde então foi reimpresso várias vezes e foi traduzido para mais de 40 línguas, somando os 3 livros publicados já venderam mais de 160 milhões de cópias, tornando-se um dos trabalhos mais populares da literatura do século XX.
No Cinema: As adaptações para a tela incluem uma animação em 1978, quando Ralph Bakshi produziu a primeira versão em desenho animado sobre o Senhor dos Anéis. A produção não foi um sucesso. Seguindo o enredo de A Sociedade do Anel e de As Duas Torres, devia ser dividido em duas partes. O desenho tinha muitos cortes e a qualidade da animação não era muito boa, mas serviu como uma alavanca para uma maior abrangência dos livros. Porém, mesmo e principalmente entre os fãs, nunca houve grande aceitação sobre essa animação. A outra parte, O Retorno do Rei, em 1980, foi um especial animado para a TV por Rankin-Bass, que tinha produzido uma versão similar a O Hobbit em 1977.
Em 1999, o diretor Peter Jackson resolveu adaptar O Senhor dos Anéis para o cinema. A trilogia foi filmada simultaneamente, e está entre os recordes de bilheteria, além de ter acumulado dezessete Oscars, 4 para o primeiro, 2 para o segundo e 11 para o terceiro. A empresa que realizou os filmes chama-se WETA Workshop Ltd.
Bem, hoje começo assistindo o primeiro filme: The Fellowship of the Ring - A Sociedade do Anel. Espero que Frodo não me decepcione, e com toda essa empolgação que estou, não duvido encarar os livros. Quanto drama, não? Apesar de antigo e pra vocês uma surpresa eu nunca parar para poder assistir e acompanhar, eu me sinto realmente em um "novo mundo", se me entendem. O primeiro livro dessa trilogia, A Sociedade do Anel, foi publicado em 1954, onde contém um prólogo no qual são dadas as características dos Hobbits. Ou seja, vamos entender eles hoje!
Espero que tenham gostado da surpresa e desde já, fica como uma dica de filme para esse feriado de Carnaval para aqueles que não gostam de farras e preferem aventuras em ficção.

00:31:00
Tweetar

Hoje eu realmente trabalhei muito construindo toda a estrutura do blog e não tive muita "cabeça" pra criar tantos posts. Enfim, escrevi esse post para o meu blog pessoal faz uma semana. Você pode conferir ele AQUI. Como já é uma boa madrugada de chuva aqui, gostaria de compartilhar esse texto com vocês!
SIGA o @EuLiterata agora e mantenha-se mais atualizado!
***
"Já era tarde e eu continuava a ouvir seus sussurros naquela noite. Era calmo, um pouco de calor talvez. Todo aquele silêncio me incomodava e eu não sabia por qual caminho continuar. Tinha medo. Medo de quem sabe um dia se desencontrar. Já me perdi várias vezes, e por me perder, todo aquele medo tentava me sugar para uma próxima vez.
Era de se esperar que eu continuasse a tentar te entender. Todas aquelas palavras e todas aquelas respirações me causavam náuseas até. Era uma cama de solteiro com lençóis brancos que ficava a baixo da janela. Era uma noite sem lua e de poucas estrelas, que inclusive, você não estava nelas e isso me trazia paz. Juro que naquela noite eu tentava não ouvir nada, o que era impossível. Todas as músicas ou curtas, viam à tona. O fardo era enorme e meu cansaço me incomodava. Nunca algo tão pequeno foi tão longo em curtos segundos. Eu conseguia ouvir e tentava não impedir. Minha mente confusa processava tudo aquilo sem nada entender e isso de certa maneira me irritava.
Depois da festa, às 4:00 AM, tomei um rumo fora dos portões de madeira da minha casa. Na verdade, sentei na esquina. Sentia calor e ventava. Nunca senti um vento tão silencioso como o daquela madrugada. Era capaz de tentar algo diferente se talvez tua diferença não fosse igual às anteriores. Não te culpo como também não te ignoro. Fiquei ali por quase 15 minutos, e sinceramente, foram os melhores do dia. Desculpa, foram os melhores 15 minutos do início de um novo dia, eu acho. Minha casa não ficava muito longe daquela esquina vazia. Eu dava passos curtos e minha mente ainda continuava naquele vácuo sem causas.
Voltando a minha cama, todos aqueles imaginários e solitários momentos começaram a tomar um rumo melhor. Mas onde chegar com tudo isso? Bem, uma mente sem cuidados, penso eu. Sem querer alterar nada e alterando, tentarei não manter o vício. Todo o seu respeito eu podia sentir de longe. E segurava quando você queria soltar. Essa forma misteriosa superou a festa mais quieta que já pude ir. Nem todas as pessoas são realmente sorridentes quando se trata de dentro. Nem todos os sorrisos são forçados e nem todos os mistérios são reais. Ainda acredito em muita ficção aglomerada nas ruas atuais.
5:30 AM e eu não conseguia pregar os olhos e o sono não estava afim de visitas. Todas as anotações foram rasgadas. Eu sinceramente não queria causar-te tanto incômodo. Café quente em uma manhã quase morna. Realmente, era eu? Costumava acreditar que mudanças não aconteciam, e sem querer ofender, deixarei todo esse papo para a segunda fase. Um dia, talvez dois, sei lá."
(Matheus Carneiro, 29 de Janeiro de 2013)

8 de fev. de 2013
14:53:00
Tweetar
Mas qual a verdadeira praticidade? Todos nós sabemos que os livros são mais charmosos, e que as folhas antigas nos levam a viajar no passado. Evoluímos, e por conta de tanta evolução, o costume mais prático é o tal download ou compra de livros eletrônicos, chamados E-books. Mas quem disse que uma coisa precisa excluir a outra?
Circulando pela web, acabei achando bem interessante essa comparação em vídeo no blog Livros e Afins, escrito pela Caminhante Diurno. Confere aí:
História: Foi inventado em 1971, quando Michael Hart digitou a Declaração de Independência dos Estados Unidos da América. Hart foi também o fundador do Projeto Gutenberg, o mais antigo produtor de livros electrónicos do mundo. (Wikipédia)

Assinar:
Postagens
(Atom)







