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O culpado
"Hi Sheldon! Hi. Hi. Hi." Bem, me chamo Matheus Carneiro, 18 anos, graduando em Psicologia. Sou da Bahia e atualmente continuo vivendo na Bahia. Acredito que cada um possui uma maneira diferente de observar os detalhes. Eu não tenho tanto interesse em grandes mercadorias e nem nos seus preços. Comecei a escrever em 2012 com meu blog pessoal Quatro Fragmentos - vocês podem encontrar meus textos lá - E hoje, resolvi começar esse blog com alguns amigos até que meu livro esteja pronto algum dia desses. Vou contar um segredo: prefiro as quantidades. Qualidades? Vou resumir e falar menos. Frio, boa música, chá e livros. Até mais! Ah não? Então vou tentar fazer as coisas menos idiotas e com mais gorduras.
9 de fev. de 2013
22:04:00
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Ei! Na noite de hoje voltei com as minhas utopias. Talvez não sejam tão boas quanto queria que fossem. Escrevi esse post numa playlist boa de se ouvir! Hoje foi com Marcelo Camelo (CD Sou), Coldplay (CD Parachutes) e Miles Davis (CD Miles: The New Miles Davis Quintet). Enfim, segurem os balões!
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***
"Tudo era muito normal num dia de sábado ensolarado aqui na minha rua. Eu acabara de tomar um café quente com biscoitos feitos pela minha avó dançando pela cozinha ao som alto do meu iPod. Eu via minha mãe reclamando do meu comportamento inadequado para ela. Me acostumei, era rotina e todo aquele calor só me pedia pra continuar. Não minto quando digo que sinto falta do frio e dos chás que minha mãe me trazia no sofá quando era madrugada e eu continuava assistindo meus filmes idiotas.
Ao abrir o portão, sentia aquele ar fresco e podia contemplar o barulho das caminhadas matinais, enquanto dava início a minha. Não estava acostumada, mas eu matinha o pique na calçada velha e debaixo de todas aquelas sombras. Era um tempo novo depois da morte do meu pai. Eu continuava lidando com a ausência e a tal saudade. Me cortava os lábios em pensar que tudo poderia, de alguma forma, ter sido diferente.
Eu parei. Estava me apoiando numa árvore de tamanho médio. Era velha, e recuperando o fôlego, diminuía o volume da música. Eu realmente gostei desse último CD do Maroon 5. Estava ensopada e fedida de tanto suor. E sinceramente? Tudo aquilo me causava paz, começava a fazer sentido. Não era por causa da ausência, mas pelo o quê ela me mostrou. Tudo é mais simples quando vislumbradas as possibilidades.
Percebi que dois irmãos dividiam o mesmo sorvete do outro lado da rua. Um balão sobrevoava a casa deles. Era colorido e me parecia não muito perdido, como se soubesse onde estivesse indo. Dizem por aí que quando se tem controle dos pés, tem controle do caminho. Eu precisava voltar. Na verdade, sentia vontades. Tomaria um banho e procuraria doações de abraços. Afinal, quando se está perdida, é desejável que alguém segure o teu mundo por alguns segundos."
(Matheus Carneiro, 09 de Fevereiro de 2013)

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