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Nos leve com você! (Eu, Literata.)

O culpado

"Hi Sheldon! Hi. Hi. Hi." Bem, me chamo Matheus Carneiro, 18 anos, graduando em Psicologia. Sou da Bahia e atualmente continuo vivendo na Bahia. Acredito que cada um possui uma maneira diferente de observar os detalhes. Eu não tenho tanto interesse em grandes mercadorias e nem nos seus preços. Comecei a escrever em 2012 com meu blog pessoal Quatro Fragmentos - vocês podem encontrar meus textos lá - E hoje, resolvi começar esse blog com alguns amigos até que meu livro esteja pronto algum dia desses. Vou contar um segredo: prefiro as quantidades. Qualidades? Vou resumir e falar menos. Frio, boa música, chá e livros. Até mais! Ah não? Então vou tentar fazer as coisas menos idiotas e com mais gorduras.

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@mascarneiro
2 de mar. de 2013





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Resolvi falar desse livro porque tem muita gente perguntando se já li, se tenho, se empresto ou se vendo, ou seja, é um livro que está despertando muita curiosidade, principalmente por ter um título incomum, e uma história que se parece com muitas.

"Em A Culpa é das Estrelas, Hazel é uma paciente terminal de 16 anos que tem câncer desde os 13. Ainda que, por um milagre da medicina, seu tumor tenha encolhido bastante — o que lhe dá a promessa de viver mais alguns anos —, o último capítulo de sua história foi escrito no momento do diagnóstico. Mas em todo bom enredo há uma reviravolta, e a de Hazel se chama Augustus Waters, um garoto bonito que certo dia aparece no Grupo de Apoio a Crianças com Câncer. Juntos, os dois vão preencher o pequeno infinito das páginas em branco de suas vidas."

Já faz um mês que li "A Culpa é das Estrelas", e mesmo sem ter chegado ao final, sai recomendando para o mundo e o fundo (felizmente todos que leram após minha recomendação não se arrependeram). Porque o modo como a história é elaborada; a essência dos personagens e a simplicidade com que eles são apresentados pelo Jonh Green, simplesmente me encantaram. Além de perceber características em comum com alguns amigos - o que me fez sentir muito mais.

Hazel descobriu o câncer quando tinha treze anos, mas tenta levar a vida como uma adolescente comum. Seus pais não acreditam que ela é capaz de lidar com a doença e decidem que ela precisa frequentar um grupo de apoio composto por pessoas que possuem o mesmo problema. Hazel não gosta da ideia, mas não quer sentir a culpa por magoar seus pais. Mesmo contra a sua vontade, passa a frequentar o grupo, e é lá que Hazel conhece o Augustus - um garoto sexy e cheio de filosofias. Um amor tão cheio de infinito é interrompido pelo limite da vida.

Um trama que me fez sorrir nas primeiras páginas e chorar na últimas. Pela primeira vez na vida não aceitei o fim. Mesmo ele sendo doloroso em qualquer situação: da realidade à fantasia, do necessário ao desistir; mesmo tendo que enfrentar milhares de finais desde que nasci, sempre usei o conformismo como escudo. Mas um final como o da Hazel, eu não podia me conformar.

E foi exatamente isso que me chamou a atenção no Jonh - o autor - é um dos escritores norte-americanos mais queridos do público jovem, ainda assim, não se deixou levar pela fantasia e magia da paixão-adolescente, que estamos bem acostumados a ler, e não saiu da realidade só para deixar a história um pouco mais bonitinha.

Os protagonistas possuem muitas características diferentes e constroem uma conexão que prende o leitor de uma forma que é impossível se desligar dos sentimentos ou das situações que eles enfrentam. Fazendo o leitor refletir sobre a vida e a morte. Sobre o destino. E se estamos preparados para o ponto final que encerrará nossas vidas mais cedo ou mais tarde.

Só há uma coisa que não descobri: se a culpa é das estrelas ou da falta de infinito.

2 comentários:

  1. não é q deu mesmo vontade de ler esse livro....

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